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 Comprar um carro no Brasil é caro e todo mundo sabe disso. Mas poucos sabem o porquê desses valores tão altos quando comparados a outros países. Essa diferença é devido à quantidade de imposto direcionado ao governo quando se compra um 0 km.
Segundo dados do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é o maior vilão. Ele incide sobre o valor de custo do carro, é estadual e arrecadatório, o que significa que não tem destinação específica a não ser os cofres dos Estados.
O IPI (Imposto sobre Produtos industrializados), tem alíquota de apenas 2% sobre carros com motorização flex até 1.0 e de 8% para motores flex de 1.001 cm³ até 2.000 cm³.
A tabela vale para carros fabricados no Brasil ou cujas marcas sejam beneficiadas pelo Inovar-Auto. No caso de importados de países que não possuem acordos comerciais, são adicionados mais 30 pontos porcentuais. Neste caso, a alíquota é de 32% e 38%, respectivamente. O IPI também uma taxa sem uma destinação específica.
A Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) serve para financiar o INSS, que paga benefícios como aposentadorias e seguro-desemprego. A mordida dessa taxa é de 7,6%. O PIS (Programa de Integração Social) pega ainda 1,65% sobre o preço de custo do carro e para pagar abonos salariais a profissionais para quem recebe salário mínimo.
No total, 33,81% do preço final de um carro 1.0 é representado por impostos, número que chega a 38,7% no caso dos carros com propulsor maior. Além das taxas na compra, o consumidor paga mais três anualmente, referentes à manutenção do veículo: IPVA, taxa de licenciamento e o DPVAT.
Fonte: IBPT

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